Eu e a Escrita

janeiro 21, 2013

No primeiro Eu e a Escrita, estava entusiasmada com a ideia de publicar um livro. Agora, estou frustrada, porque não consigo (desde então) fazer um login que seja para conseguir andar com o processo! Resta-me continuar a tentar.

Entretanto, tenho tido umas ideias para algo diferente, a nível de escrita, algo mais duro e mais real, do que o que normalmente escrevo. Dizer isto e nada é a mesma coisa, pois ainda não leram nada meu, mas no futuro tudo isso mudará! Agora, só preciso de um bocado de cabeça e paz de espírito para passar as palavras para o papel.

Outra ideia em que tenho andado a matutar é uma coisa em conjunto com o meu namorado. Tendo em conta que o rapaz desenha que se farta e re-descobriu o Pencil, tenho pensado em fazermos uma coisa em conjunto, eu com o texto e ele com a ilustração, talvez como banda desenhada ou animação... Mais novidades também em breve!

Continuo encalhada com o Oliver Twist e A Mesa Real (neste último já fiz progressos!), portanto ando a ler também Compromisso, de Augusto Canetas (se não estou em erro), ainda esta semana falo-vos mais deste romance.

Eu e o Bam desejamos uma óptima semana a toda a gente, e como podem ver, o Bam sem dúvida está a aproveitar bem a semana dele... :)


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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.