Eu e a Escrita (#3)

janeiro 26, 2013

Hoje está um dia de sol. Se bem que não sou uma pessoa que morre de amores pelo calor, sol, Verão e afins, hoje vai-me saber tão bem sair de casa com o meu Eusébio Macário, ir ali a um café de Milheirós, beber um café e comer uma nata de chocolate, e depois estar ali meia hora a ler... O que vos parece? Alguém com planos semelhantes?

No último Eu e a Escrita falei de uma coisa que estava a pensar em fazer com o meu namorado... Em princípio vai girar à volta de Lendas Portuguesas e vai-se tratar de um projecto de ilustração. Se alguém por aí souber de alguma lenda engraçada e interessante, enviem-ma! Para já ainda estou em fase de pesquisa com as lendas, mas na internet não encontro nada por aí além, portanto vou ter de esperar para ir a casa da mamã e trazer os seis volumes que ela tem sobre lendas portuguesas!

Estou a desenvolver também algo novo para o blog. Lembrei-me disso uma madrugada quando estava a ler, e no dia seguinte descobri que já tinha sido feito por outros blogs, mas tal como alguém muito querido um dia disse, "estamos no século XXI e já está tudo inventado". Mais novidades também em breve!

Fui para o Goodreads, como podem ver pelas widgets novas do blog, espero encontrar-vos por lá! E agora, cá vou eu, antes que o sol se esconda, a ver se é hoje que acabo o meu querido Camilo Castelo Branco :)

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.