Brevemente, pela Pastelaria Studios: A Última Demanda, de Rui Cunha

fevereiro 27, 2013


A ÚLTIMA DEMANDA,
de RUI CUNHA

Em “A Última Demanda”, acompanhamos um grupo de arqueólogos. De Lisboa a Tomar, de Tomar a Sintra, de Sintra a Luxor,… eles procuram vestígios dum artefacto  sagrado que se pensa estar perdido há centenas de anos, artefacto esse que pode bem ser o mais importante objecto do mundo...que se calhar não está assim tão longe!!!

"Senti uma mão agarrar a minha e apertá-la com força. Susana olhava para mim ternamente e pretendia transmitir-me tranquilidade com aquele aperto, mas eu sentia que também ela estava com receio. Sorri-lhe e fiz-lhe uma festa na cara. Estávamos quase a chegar a Sintra.

Toda a zona de Sintra já se encontrava envolta naquele manto branco quase impenetrável

Olhei de soslaio para a bela egípcia e vi que esta me olhava também de lado e sorria, porquê. Não tardaríamos a saber. "

Bem interessante!



PÁGINAS: 220 | PREÇO: 14,50€

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0 comentários

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.