Mulheres Pintoras em Portugal: De Josefa d’Óbidos a Paula Rego, pela Esfera do Caos Editores

fevereiro 20, 2013



A Esfera do Caos vai lançar em Março o livro Mulheres Pintoras em Portugal: De Josefa d’Óbidos a Paula Rego.


É descrita como "uma obra improvável, surpreendente e apaixonante". Com 312 páginas impressas a cores, profusamente ilustrada, constituída por 14 capítulos assinados por especialistas e académicos de referência e coordenada pelas Professoras Raquel Henriques da Silva, da Universidade Nova de Lisboa, e Sandra Leandro, da Universidade de Évora, esta obra, única no seu género, ficará disponível muito em breve. Oferecendo-nos uma notável antologia visual, esta obra vem justamente contrariar a escassez de livros dedicados a mulheres artistas em Portugal., reunindo um conjunto de estudos de referência resultantes de investigação realizada por especialistas e académicos prestigiados e que recuperam do esquecimento ou que interpretam e reinterpretam algumas das mais significativas pintoras portuguesas.

“A história das mulheres artistas em Portugal tarda em ser contada, analisada, contextualizada, vista e finalmente admirada."


As pintoras analisadas e retratadas neste livro são: Josefa d’Óbidos, Joana do Salitre, Josefa Greno, Aurélia de Sousa, Mily Possoz, Sarah Affonso, Vieira da Silva, Graça Morais, Ilda DavId’, Ana Vidigal e Paula Rego.

Podem seguir atentamente na página do Facebook oficial da Esfera do Caos o lançamento deste livro. Deixo-vos aqui seis páginas disponibilizadas pela editora, para aguçar o apetite... 


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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.