A Ler: A Chave dos Encobertos, de Iria Oceano e Diogo da Gama - Sinopse [Estampa]

junho 07, 2013


A Chave dos Encobertos
Titulo: A Chave dos Encobertos
Autores: Iria Oceano e Diogo da Gama
Editora: Editorial Estampa
Ano de Publicação: 2007
Número de Páginas: 320

"Tudo começa com uma descoberta na biblioteca Pública do Porto. Três jornais, de há 60 anos, anunciavam, nas suas primeiras páginas, que em certo dia futuro se iria dar um facto de «grande transcendência e de grandes consequências». O certo é que esse facto acontecera e tornara-se um acontecimento mundial. Dois investigadores partem em busca dos autores da profecia ou da fraude e descobrem que, afinal, a profecia já havia sido publicada 64 dias antes, em Lisboa, sob o título numérico «135917«. Quem profetizou, nas páginas da Imprensa portuguesa, o maior evento português do século XX? Quem o programou? E, sobretudo, por que se manteve «encoberta» essa profecia durante 60 anos? É a busca dessa «Fonte» enigmática que leva os dois investigadores por um caminho recheado de enigmas e lacunas, contradições e obstáculos. Sentem que para decifrar o «135917» têm se aceder a arquivos que sabem que existem, mas desconhecem quem detém a chave que os guarda. Conseguirão encontrar os «encobertos» e perceber o significado de 135917?"

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.