[Desafio Literário Junho] A Noiva Bórgia, de Jeanne Kalogridis - Sinopse

junho 01, 2013

A Noiva Bórgia
Título: A Noiva Bórgia
Título Original: The Borgia Bride
Autora: Jeanne Kalogridis
Editora: Difel
Ano de Publicação: 2006
Número de Páginas: 535

Sancha de Aragão, uma mulher cheia de vivacidade, chega a Roma recém-casada com um elemento da mal-afamada dinastia Bórgia. Rodeada pela opulência da cidade e pela corrupção política, trava amizade com a deslumbrante e traiçoeira cunhada, Lucrécia, cujo ciúme é tão lendário quanto a sua beleza. Há quem diga que Lucrécia envenenava as suas rivais, em especial aquelas a quem o seu atraente irmão, César, entregava o coração. Assim, quando Sancha é conquistada pelo charme irresistível de César, tem de esconder este segredo, pois, de outro modo, arriscar-se-ia a perder a vida. Apanhada nas malhas sinistras dos Bórgias, reúne toda a sua coragem e recorre à astúcia para derrotar a família no jogo em que esta é especialista. Combinando vividamente pormenores históricos e ficção, A Noiva Bórgia é uma história arrebatadora de conspiração, intriga sexual, lealdade e suspense.

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.