Jim Henson's the Storyteller - Actualização

junho 22, 2013

Jim Henson's the Storyteller

Talvez se recordem, talvez não, que algures este mês escrevi a sinopse deste livro aqui no blogue, e queria realmente lê-lo. Para além de ser a minha primeira experiência com um ARC (Advanced Reading Copy), estava mesmo entusiasmada para o ler. Mas não consigo. É um livro de banda desenhada, com ilustrações lindíssimas, mas no meu monitor não consigo ler as falas. É impossível. Já está tudo configurado ao máximo de zoom e mesmo assim, nada. Entretanto entrei em contacto com a editora, a agradecer o facto de terem disponibilizado o livro mas que não vou poder comentar, até lhes enviei um print screen de como o livro fica, mas ainda estou a aguardar resposta. Não sei se fiz bem ou se fiz mal, mas senti-me melhor após enviar-lhes o e-mail. Espero que a segunda experiência com um ARC (que vai ser com o livro The Necromancer's Apprentice) seja bem melhor :)

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0 comentários

Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.