Li Até à Pág.100 #1

junho 01, 2013



Nas minhas deambulações pela blogosfera, deparei-me com esta rubrica no blogue Coração de Tinta, que achei muito engraçada e decidi começá-la no Eu e o Bam.

"Criada pelo Blog Eu leio, eu conto, essa coluna consiste em dizer nossa impressão sobre o livro que estamos lendo, até a página 100."

Para começar... A Noiva Bórgia!


Primeira frase da página 100:
"A sua recordação era nebulosa."

Do que se trata o livro?
Da vida de Sancha de Aragão, após se ter casado com um Bórgia.

O que está achando até agora?
Estou a adorar o livro.

O que está achando da protagonista?
A Sancha é uma mulher admirável. Mas agora estou prestes a descobrir uma nova faceta...

Melhor quote até agora:
Nenhuma me impressionou por aí além.

Vai continuar lendo?
Sim, claro.

Última frase da página:
"Lamento muito ter de falar destas matérias na presença do vosso marido, mas têm ambos de ser informados das acusações que foram formuladas contra vós."

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.