Li Até à Pág.100 #3

junho 18, 2013

A Demanda de D. Fuas Bragatela


Primeira frase da página 100:
"[Expliquei-lhes então que me havia envolvido em amorios com uma dama casada, mas que o cornudo do marido andava desconfiado e contratara uma corja de velhacos para me darem umas lições de moral e bons costumes, tentando apanhar-me à gatesga enquanto] consolava a dama."

Do que se trata o livro?
Conta a história da vida de D. Fuas Bragatela.

O que está achando até agora?
O livro é muito engraçado de ler, se bem que por vezes o discurso pode cansar e/ou confundir um pouco.

O que está achando do protagonista?
Ao pensar no velho Fuas só uma palavra me ocorre: desgraçado. Acontece de tudo ao homem.

Melhor quote até agora:
"Não importa quem somos ou o que somos, o fado é o mesmo, que quando nascemos apenas começamos a morrer."

Vai continuar lendo?
Claro que sim! Já estou quase a acabar.

Última frase da página:
"Apesar da fama de cornudo, João das Cangas [também era conhecido por bruto e socarrão, bem capaz de esfolar um cabrito, se o apanhasse, só para chatear a mulher.]"

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1 comentários

  1. Olá! :)

    Deixei-te um selo no meu blogue: http://howtoliveathousandlives.blogspot.pt/2013/06/versatile-blogger-selo.html

    Boas leituras! :)

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.