45 Day Book Challenge - Dias 5 e 6

julho 22, 2013

- Livro que levarias para uma ilha deserta - 

- Livro que leste mais vezes - 


De novo, O Retrato de Dorian Gray. Sim, é altamente provável que este livro continue a aparecer. Porque levaria para uma ilha deserta? Para me apaixonar por Dorian e depois sofrer por ele, para ser amiga de Basil e para aprender e divertir-me com Lord Henry. E porque Oscar Wilde é sempre boa companhia.
E é, sem sombra de dúvida, o livro que li mais vezes até agora!

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2 comentários

  1. Nádia,
    acredita q comprei esse livro, mas ainda não li, só vi o filme, o livro tá na estante, mas pretendo lê-lo esse ano ainda, e ver alguém tão fascinada por um livro, deperta nossa curiosidade

    bjs e boas Leituras!

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  2. Obrigada pelas palavras Amanda :) Eu ainda não consegui ver nenhum filme, pois tenho uma imagem mental de Dorian tão perfeita que acho que ninguém lhe consegue fazer justiça. Hehehehe :)

    Espero que gostes quando leres!

    Beijinhos

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.