Li até à Pág.100 #6

julho 03, 2013

O Céu e o Inferno


Primeira frase da página 100:
"- Mas..."

Do que se trata o livro?
Pelo que eu percebi até agora, tem a ver com caçadores de demónios, mas ainda não posso adiantar muito acerca da história pois ainda não está desenvolvida.

O que está achando até agora?
Tinha expectativas altas para este livro mas, até agora, estão a sair um bocado furadas...

O que está achando do protagonista?
Supondo que é Sérgio Branco, estou a achar no mínimo... normal. Não tem nada que se digne, é um adolescente como os outros, mas pelas veias corre-lhe a herança de caçador de demónios.

Melhor quote até agora:
Nenhuma.

Vai continuar lendo?
Sim. Tem de chegar a algum lado!

Última frase da página:
"Sabia [que era perigoso e pouco conhecia as raparigas, mas, mesmo com o pouco tempo de convivência, percebeu que elas eram destemidas e capazes de lutar, se necessário.]"

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0 comentários

Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.