Li até à Pág.100 #9

julho 25, 2013

Orgulho e Preconceito

Orgulho e Preconceito

Primeira frase da página 100:
"[Sem outros acontecimentos de maior no seio da família Longbourn, e apenas diversificados pelas idas a Meryton, umas vezes com chuva, outras vezes com frio, passaram os] meses de Janeiro e Fevereiro."

Do que se trata o livro?
Um romance entre uma jovem com um pensamento único e um jovem de má imagem.

O que está achando até agora?
Ao início custou mais a ler, tendo em conta as expectativas muito altas que tinha acerca deste Orgulho e Preconceito. Mas agora estou a gostar imenso.

O que está achando do protagonista?
Elizabeth parece-me ser uma personagem adorável, com o seu lado sarcástico sempre pronto a atacar mas com a delicadeza de uma menina deliciosa. Uma personagem tão completa!

Melhor quote até agora:
Algumas que me fizeram reler e pensar, mas nada que me valesse a pena apontar.

Vai continuar lendo?
Sim, claro.

Última frase da página:
"Eram momentos de alegria [e afabilidade]."

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2 comentários

  1. Olá,
    Gosto imenso desta rubrica.
    Estás a gostar do Orgulho e Preconceito? É um dos meus livros preferidos...
    Já agora, deixei-te um selo no meu blog:
    http://kelaraparigadoslivros.blogspot.pt/2013/07/selo-viajando-na-leitura.html

    Beijinhos

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  2. Olá Kel!

    Sim, gostei muito do Orgulho e Preconceito :) Obrigada pelas tuas palavras! No entanto eu já recebi esse selinho, mesmo assim muito obrigada por te lembrares do meu cantinho :D

    Beijinhos

    ResponderEliminar

Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.