A Ler: O Guerreiro Psíquico, de Aníbal Ávila Castro, vol. II [Chiado]

agosto 20, 2013

Título: O Guerreiro Psíquico
Autor: Aníbal Ávila Castro
Editora: Chiado Editora
Ano de Publicação: 2013
Número de Páginas: 401

Aron, Riane e Edor procuram Satamar, a cidade dos Antigos, que segundo a profecia permanece visível e invisível. Procuram o Cristal Telepático e o Guerreiro Psíquico que ajudarão a salvar o pequeno continente Agnar dos invasores.

O caminho secreto para Satamar é traiçoeiro e só conseguem sair dele graças à intervenção de Guiliam, o Guardião do Portal. Este fica alarmado com a descoberta do segredo e exige saber como o descobriram e como conseguiram percorrer um caminho tão perigoso.

Os companheiros pedem para que um dos guerreiros psíquicos os acompanhe de volta, mas descobrem que estes não podem sair de Satamar. Os companheiros revoltam-se e pedem então que lhes deem o precioso Cristal Telepático, mas são informados que está escondido algures em Agnar. Desiludidos, quando julgavam que a viagem tinha corrido muito mal, descobrem que pode piorar muito. Os vatangs estão a cortar-lhes a retirada junto da entrada do caminho secreto e eles nunca sobreviverão mais de seis meses ao "ambiente" do mundo de Satamar.

Sirita, instrutora chefe do Templo de Larimar, diz-lhes que a única solução é ingressarem no Templo, para ver se conseguem aprender alguma coisa, que lhes permita passar pelos vatangs e encontrar o mapa da localização do Cristal Telepático. Aron fica siderado. Se eles nem estiveram no Templo da Voz da Mente, como podem alguma vez ingressar no templo dos guerreiros psíquicos?

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.