Aconteceu Ontem & Hoje - 18.08 & 19.08

agosto 19, 2013

18 de Agosto


Em 1929, a Áustria proíbe o clássico sobre a Primeira Guerra Mundial, A Oeste Nada de Novo, de Erich M. Remarque.

A Tree Grows in Brooklyn book cover

Em 1943, em Nova Iorque é publicado o romance Uma Árvore Cresce em Brooklyn, de Betty Smith.


Em 1958, Lolita, o polémico romance do escritor americano de origem russa Vladimir Nabokov, é publicado nos Estados Unidos. 

19 de Agosto


Em 1631, nasceu o primeiro poeta laureado de Inglaterra, John Dryden.


Em 1858, nasceu a escritora inglesa Edith Nesbit, célebre pelos seus livros infantis (O Castelo Encantado, Os Caçadores de Tesouros e As Crianças do Caminho-de-Ferro, entre outros).


Em 1886, o autor Joseph Conrad, nascido Josef Teodor Konrad Korzeniowski na Polónia, torna-se cidadão britânico. Conrad entrou para a marinha mercante aos 17 anos, e as suas aventuras no mar inspiraram a sua ficção. Os seus livros mais conhecidos incluem Lorde Jim, Nostromo, O Agente Secreto e Coração das Trevas.


Em 1936, o poeta, romancista e dramaturgo espanhol Frederico Garcia Lorca é baleado até à morte por falangistas de direita, em Granada, depois de ter sido forçado a cavar a sua própria sepultura.

[Fonte: Hoje na História]

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.