[Desafio Literário Agosto] O Guerreiro Psíquico, de Aníbal Ávila Castro - Sinopse [Chiado]

agosto 06, 2013

Título: O Guerreiro Psíquico
Autor: Aníbal Ávila Castro
Editora: Chiado Editora
Ano de Publicação: 2011
Número de Páginas: 389

Era o ano da profecia, mas esta tinha caído no esquecimento ao longo dos tempos. Os "vatang", um povo hostil, tinham descoberto o pequeno continente e lançavam sortidas de navios para atacar e pilhar, bem como exterminar todos os que fossem telepatas.

Um emissário do Templo da Voz da Mente chega em "busca" a uma aldeia à beira mar. O jovem Aron deseja ser telepata, mas várias vozes levantam-se contra ideais quase impossíveis de serem alcançados e que podem resultar em séria desilusão. O tempo para agarrar a oportunidade é escasso, porque o emissário pode não ficar muito tempo. Está à procura de uma lenda perdida. Procura o caminho escondido para a cidade de Satamar, que a profecia refere permanecer visível e invisível, para onde se retiraram os antigos. Nesta cidade espera encontrar o "Cristal Telepático" e o "Guerreiro Psíquico", que os ajudarão a enfrentar os piratas. O emissário está disposto a levá-lo e a uma outra jovem, mas a autorização é negada mais de uma vez, face aos perigos. Aron não quer largar o sonho da sua vida de maneira nenhuma, mas os ataques piratas estão a aproximar-se.

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.