Li até à Pág.100 #12

agosto 04, 2013

Face Negra

Face Negra

Primeira frase da página 100:
"Rapidamente descobriu o clube dos mais sóbrios, ao qual se juntou."

Do que se trata o livro?
Face Negra conta a história de uma jovem, Daniela, que luta para para seguir os seus sonhos. Pelo menos até agora foi o que entendi, se bem que a sinopse mostra algo mais que ainda não foi revelado!

O que está achando até agora?
Estou a gostar muito de ler. Estou muito, muito curiosa para saber qual é a verdadeira face negra de Daniela.

O que está achando do protagonista?
Até agora parece-me uma rapariga completamente normal. Se bem que tenha tomado algumas decisões erradas, Daniela tenta acima de tudo ser feliz e conseguir conquistar os seus sonhos.

Melhor quote até agora:
Nenhuma ainda.

Vai continuar lendo?
Sim!

Última frase da página:
"Afastou-se para ir buscar um copo de água, mas logo a seguir Marco estava de novo atrás de si."

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1 comentários

  1. Ois,

    Rubrica interessante ainda não me tinha apercebido bem :)

    ResponderEliminar

Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.