Li até à Pág.100 #15

agosto 23, 2013

O Guerreiro Psíquico, vol. II


Primeira frase da página 100:
"Aron e os seus companheiros, mal entraram, sentiram logo a força da sala e dos cristais telepáticos em cima das colunas."

Do que se trata o livro?
A continuação da jornada que Aron, Riane e Edor para encontrarem o cristal telepático e o guerreiro psíquico, de modo a salvar a sua aldeia e povo dos ataques dos vatangs.

O que está achando até agora?
Este segundo volume parece-me muito melhor do que o primeiro. 

O que está achando do protagonista?
Esta pergunta já respondi quando escrevi sobre o primeiro volume. O protagonista continua a ser Aron, mas não houve uma grande evolução da personagem, talvez mais corajoso, mas nada de relevo.

Melhor quote até agora:
Nenhuma, ainda.

Vai continuar lendo?
Sim.

Última frase da página:
"Quer retirar-me o protagonismo - brincou Aron para Riane num murmúrio."

You Might Also Like

0 comentários

Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.