Um pouco de Música - Battlelore

agosto 14, 2013


Raramente falo de música aqui no Eu e o Bam, mas há imenso tempo que gostaria de vos falar sobre os Battlelore. Para quem conhecer a banda, percebe o motivo de estar a ser falada; se não conhecerem, continuem a ler.

Vindos da Finlândia, os Battlelore são uma banda de metal. Até aqui nada de novo, até porque o norte da Europa é prolífico nestes assuntos. O que distingue este grupo é a temática da sua música: Tolkien. E mais Tolkien. E mais Tolkien. Basicamente, só Tolkien!

Valier, Queens of the Valar - letra
The Great Gathering - letra
Journey to Undying Lands - letra
Sons of Riddermark - letra
Enchanted - letra

Quer se goste do estilo da banda ou nem por isso, com este pequeno exemplo destas cinco letras podem ver como a temática se mantém fiel a Tolkien. Para além das letras, também as capas dos seus trabalhos se regem por um mundo de fantasia.

(de cima para baixo e da esquerda para a direita: ...Where Shadows Lie; Sword's Song; Third Age of the Sun; Evernight; The Last Alliance; Doombound)

Por último, deixo-vos aqui alguns vídeos ao vivo, porque as suas actuações são também bastante interessantes, com os adereços necessários! Se estiverem curiosos e quiserem saber mais sobre a banda, podem visitá-los no seu site oficial, aqui.




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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.