A Ler: Last Train to Instanbul, de Ayse Kulin - Sinopse [ARC]

setembro 27, 2013

Título: Last Train to Istanbul
Título Original: Nefes Nefese
Autora: Ayse Kulin
Editora: Amazon Publishing
Ano de Publicação: 2013 (Outubro)
Número de Páginas: 448

As the daughter of one of Turkey’s last Ottoman pashas, Selva could win the heart of any man in Ankara. Yet the spirited young beauty only has eyes for Rafael Alfandari, the handsome Jewish son of an esteemed court physician. In defiance of their families, they marry, fleeing to Paris to build a new life.

But when the Nazis invade France and begin rounding up Jews, the exiled lovers will learn that nothing—not war, not politics, not even religion—can break the bonds of family. For after they learn that Selva is but one of their fellow citizens trapped in France, a handful of brave Turkish diplomats hatch a plan to spirit the Alfandaris and hundreds of innocents, many of whom are Jewish, to safety. Together, they must traverse a war-torn continent, crossing enemy lines and risking everything in a desperate bid for freedom. From Ankara to Paris, Cairo, and Berlin, Last Train to Istanbul is an uplifting tale of love and adventure from Turkey’s beloved bestselling novelist Ayşe Kulin.

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.