[Desafio Literário Setembro] Os Sobreviventes, de Charlotte Rogan - Sinopse

setembro 02, 2013

Os Sobreviventes
Título: Os Sobreviventes
Título Original: The Lifeboat
Autora: Charlotte Rogan
Editora: Editorial Teorema
Ano de Publicação: 2013
Número de Páginas: 272

No verão de 1914, o luxuoso transatlântico Empress Alexandra naufraga durante a viagem entre Londres e Nova Iorque. Os barcos salva-vidas não têm lugares para todos e a sobrevivência de alguns implica a morte de outros. A jovem Grace consegue um lugar num salva-vidas sobrelotado. Com os companheiros a lutarem desesperadamente contra os elementos e entre si, numa volátil disputa de poder, Grace observa e espera. Ao longo de três dramáticas semanas, os passageiros do salvavidas conspiram, confrontam-se e consolam-se uns aos outros num espaço exíguo. A suas crenças sobre humanidade e Deus e o que pensavam saber sobre si próprios será testado ao limite à medida que descobrem do que são capazes para sobreviver.

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.