A Ler: Damselfy, de Jennie Bates Bozic - Sinopse [ARC]

outubro 29, 2013

Damselfly (Damselfly, #1)
Título: Damselfly
Autora: Jennie Bates Bozic
Editora: -
Ano de Publicação: 2013
Número de Páginas: 216

In 2065, the Lilliput Project created Lina - the first six-inch-tall winged girl - as the solution to a worldwide energy and food crisis. Isolated in a compound amidst the forests of Denmark, Lina has grown up aware of only one purpose: learn how to survive in a world filled with hawks, bumblebees, and loneliness. However, on the eve of her sixteenth birthday, she discovers that she’s not the only teenager her size. Six 'Toms' were created shortly after Lina, and now her creators need to prove to the world that tiny people are the next logical step in human evolution. In other words, they need to prove that reproduction is possible.

Um. No thanks. Lina's already fallen in love with a boy she met online named Jack. Only he has no idea that thumbelina1847 could literally fit inside his heart.

When her creators threaten to hurt Jack unless she chooses a husband from among the ‘Toms’, Lina agrees to star in a reality TV series. Once the episodes begin to air, the secret of her size is out. Cut off from any contact with the outside world, Lina assumes Jack is no longer interested. After all, what guy would want to date a girl he can’t even kiss?

Slowly, very slowly, she befriends the six young men who see her as their only ticket to happiness. Perhaps she can make just one guy’s dream of love and companionship come true. But her creators have a few more twists in store for her that she never thought possible. 

She’s not the only one playing to the cameras.

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.