A Ler: The King's Hounds, de Marten Jensen - Sinopse [ARC]

outubro 07, 2013

Título: The King's Hounds
Titulo Original: Kongens Hunde
Autor: Martin Jensen
Editora: Amazon Publishing
Ano de Publicação: 2013 (Outubro)
Número de Páginas: 272

The first in the bestselling Danish series of historical mysteries

The newly crowned King Cnut of Denmark has conquered England and rules his new empire from Oxford. The year is 1018 and the war is finally over, but the unified kingdom is far from peaceful.

Halfdan’s mixed lineage—half Danish, half Saxon—has made him a pauper in the new kingdom. His father, his brother, and the land he should have inherited were all taken by the new king’s men. He lost everything to the war but his sense of humor. Once a proud nobleman, Halfdan now wanders the country aimlessly, powered only by his considerable charm and some petty theft. When he finds an unlikely ally in Winston, a former monk, he sees no reason not to accept his strange invitation to travel together to Oxford. Winston has been commissioned to paint a portrait of the king at the invitation of his new wife, and the protection of a clever man like Halfdan is well worth its price in wine and bread.

But when the pair’s arrival in court coincides with news of a murder, the king has a brilliant idea: Why not enlist the newly arrived womanizing half-Dane and the Saxon intellectual to defuse a politically explosive situation? The pair represents both sides of the conflict and seem to have crime-solving skills to boot. In their search for the killer, Halfdan and Winston find seduction, adventure, and scandal in the wild early days of Cnut’s rule.

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.