A Ler: Maya, de Alastair Campbell - Sinopse [Bizâncio]

outubro 07, 2013

Maya
Título: Maya
Título Original: Maya
Autor: Alastair Campbell
Editora: Bizâncio
Ano de Publicação: 2012
Número de Páginas: 352

Maya Lowe é uma das actrizes mais famosas da actualidade e Steve Watkins o seu velho amigo dos tempos de escola. Ambos juram que nada mudou na sua amizade desde então. Mas pode uma amizade sobreviver à fama mundial? Pode um homem como Steve, que trabalha numa empresa de distribuição para as bandas de Heathrow, fazer parte da vida desta estrela? Ele está convencido disso… Mas, por entre as voltas e reviravoltas da vida pública e privada de Maya, a distância entre o que Steve pensa e a realidade é cada vez maior. No mundo em que a obsessão com a celebridade é uma constante, a descoberta da realidade pode ser dura.

Este novo romance de Alastair Campbell, em parte thriller, em parte uma análise da psicologia da fama, retrata-nos uma sociedade que se alimenta da vaidade, do êxito, e que sofre as perigosas consequências desta voragem.

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.