[Desafio Literário T] A Mão de Dante, de Nick Tosches - Sinopse [Estampa]

outubro 25, 2013

A Mão de Dante
Título: A Mão de Dante
Título Original: In the Hand of Dante
Autor: Nick Tosches
Editora: Editorial Estampa
Ano de Publicação: 2006
Número de Páginas: 308

Nas profundezas de um subterrâneo, numa biblioteca do Vaticano é, pela primeira vez, em séculos, aberta uma porta; lá dentro, encontra-se algo de valor inestimável: o manuscrito de A Divina Comédia, escrito pela própria mão de Dante. O padre que encontra este tesouro leva-o para casa, na Sicília, onde se torna alvo de cobiça por parte de interesses mais mundanos. É assim que, em Nova Iorque, algumas semanas depois, Nick Tosches, um escritor com um toque de ladrão elegante, recebe um telefonema de um amigo. Existe um manuscrito que necessita que o escritor examine, a fim de ser autenticado. À medida que esta história se desenrola, desenvolve-se, paralelamente, um outro conto: a odisseia, setecentos anos antes, do próprio Dante Alighieri. A Mão de Dante é uma obra de uma audácia e beleza assombrosas, onde transparece a vasta erudição do autor, Nick Tosches, sobre a Idade Média. Alguns leitores poderão considerar este livro ofensivo. Outros considerá-lo-ão transcendente. Porém, é certo que é um dos romances mais discutidos da década.

You Might Also Like

0 comentários

Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.