Livros para o Dia das Bruxas - 22 de Outubro

outubro 22, 2013

A Ascensão da Casa dos Mortos, de Lemos Milani

Foi em Julho, durante uma viagem em família, que o verdadeiro sentimento do medo surgiu. Apenas três pessoas e uma casa mostrarão a você leitor, que o mal não escolhe situação para agir. Esqueça a realidade, apague as barreiras da lógica. Espaço e tempo não passam de mera ilusão.
Por que três, dentre oito pessoas, viveram horrores inimagináveis em uma construção que jamais mostrou qualquer tipo de perturbação? Julieta, Santiago e Lindsay quiseram, acima de tudo, conhecer a resposta. Mas como viver sabendo que os acontecimentos ganhavam poder em escala vertiginosa? Até quando a máscara da inocência poderia ser propositadamente mantida?
Mansão Morrigan. Uma bela edificação erguida em terras serranas, de caráter marcante, posta em um terreno cuidadosamente trabalhado. Conheça-a, penetre nos cantos mais isolados, explore cada pedaço do jardim, então você descobrirá muito mais que apenas tijolos e concreto.

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.