Livros para o Dia das Bruxas - 3 de Outubro

outubro 03, 2013

Saco de Ossos
Saco de Ossos, de Stephen King

Mike Noonan é um escritor de sucesso até que Jo, a mulher, lhe morre e ele deixa de escrever. Quatro anos depois, começa, porém, a questionar a causa da sua morte e a ter pesadelos com a casa onde costumavam passar o Verão. Decidido a enfrentar os seus fantasmas, regressa à casa e descobre muito mais do que esperava. Jo deslocava-se até lá sem o seu conhecimento, a propriedade parece assombrada e a cidade, agora diferente, encontra-se sob a pressão de Max Devore, um poderoso milionário que não mede meios para atingir os seus fins. Subitamente, Mike recupera a inspiração. Que forças misteriosas se desencadeiam e que pretendem elas do escritor?

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2 comentários

  1. Olá,

    Embora não esteja a comentar estou a seguir as tuas escolhas para esta iniciativa :)

    BJS

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    Respostas
    1. Obrigada Fiacha :)

      Beijinhos e bom fim de semana!

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.