Livros para o Dia das Bruxas - 4 de Outubro

outubro 04, 2013

A Mansão Do Diabo
A Mansão do Diabo, de Jay Anson

A obra descreve as assustadoras experiências paranormais que George Lutz e sua família teriam vivenciado numa casa mal assombrada na Avenida Ocean 112, em Amityville, Nova Iorque, EUA. O livro obteve estrondoso sucesso, foi traduzido em vários idiomas e foi tema de alguns filmes cinematográficos. O incidente teria atraído famosos parapsicólogos, sensitivos e caçadores de fantasmas, alguns dos quais confirmaram a presença de energias malígnas no local.
Segundo o autor, o livro descreve acontecimentos verídicos. Tudo teria começado em 13 de Novembro de 1974 quando seis moradores da casa foram friamente assassinados enquanto dormiam. Ronald DeFeo Jr. de 23 anos, matou a tiros o pai Ronald DeFeo, a mãe Louise Brigante-DeFeo, os dois irmãos Marc e John e as duas irmãs Dawn Theresa e Allison Louise. O assassino, que cumpre pena, teria sido mentalmente impelido a cometer o crime por forças sobrenaturais, provavelmente oriundas de um velho cemitério indígena sobre o qual foi construído o imóvel.
Jay Anson escreveu que a família Lutz ficou apenas 28 dias na moradia porque não suportou mais a violência dos constantes fenómenos. Portas foram arrancadas, móveis se arrastavam, uma estranha substância verde escorria do tecto, nuvens de insectos atacavam as crianças e vozes demoníacas soavam pelos cómodos. As forças do mal teriam até expulsado um padre que tentou exorcizá-las.

You Might Also Like

0 comentários

Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.