O Corvo

outubro 30, 2013

Trago-vos algo ligeiramente diferente hoje no Eu e o Bam. O Corvo, de 1994, é um dos meus filmes favoritos de sempre, e não podia deixar de assinalar o dia 30 de Outubro com uma pequena parte do filme. Para os que não sabem, a história foi criada pelas mãos de James O'Barr, sendo publicada em 1989 em quadradinhos.


"Antes dizia-se que quando alguém morria, um corvo levava a alma para a terra dos mortos. Mas, às vezes, acontece algo tão mau, que uma tristeza terrível acompanha a alma, não a deixando repousar. E, às vezes, mas só às vezes, o corvo pode trazer a alma de volta, para corrigir o que estava errado."

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2 comentários

  1. Olá,

    Confesso que nunca vi, mas se não estou em erro tenho em DVD ainda por abrir lol

    Corvos, tenho que ver :D

    Bjs

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    Respostas
    1. Tens de ver! É, na minha opinião, um dos melhores filmes de sempre :)

      Beijinhos e Bom Halloween ;)

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.