O Guerreiro Psíquico, de Aníbal Ávila Castro

outubro 23, 2013


Há umas semanas atrás tive a oportunidade de falar com Aníbal Ávila Castro, o autor da saga O Guerreiro Psíquico, cujo primeiro volume (dividido em duas partes) se encontra já publicado pela Editora Chiado. Aníbal foi extremamente simpático e prontamente esclareceu-me algumas dúvidas relativas à sua obra, dando-me permissão para as tornas públicas, uma vez que me apercebi que não era as únicas com estas questões.

Aníbal percebeu a minha pergunta, e claramente respondeu-me.

"Parece-me que a pergunta será para que servem os telepatas para que os vatangs estejam tão desejosos de os matar. Isso já se advinha no segundo volume, mas é mais explícito no terceiro.

1. Os telepatas são uma via de comunicação de longo alcance, o que permite obter vantagem na guerra. Captam comunicações dos caçadores psíquicos e podem ajudar os ceilis. Foi assim que Edor soube que os vatangs eram pouco numerosos e que não dominavam toda a Agnar. Antes de descerem da Montanha Proibida em direcção a Carvalhal souberam logo o que os esperava e puderam definir uma estratégia.

2. Os telepatas são o primeiro estágio de evolução dos guerreiro psíquicos e estes são perigosos para os vatangs. Os telepatas podem vir a evoluir para psíquicos, ou terem filhos psíquicos.

3. Finalmente, os vatangs temem a profecia dos ceilis e estão determinados a impedir o seu desfecho. A profecia fala justamente de um guerreiro psíquico que os derrotará."

Assim sendo, espero que todos os leitores da saga continuem curiosos para a continuação da mesma, e espero sinceramente que as palavras do autor tenham eliminado qualquer dúvida que poderiam ter. Obrigada, claro, ao próprio Aníbal Ávila Castro pela simpatia e disposição!

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.