Um Conto, Um Ponto #6: Children of the Corn, de Stephen King

outubro 29, 2013

Children of the Corn
Título: Children of the Corn
Autor: Stephen King
Ano de Publicação: 1978

In one final, desperate attempt to save their marriage, Burt and Vicky, a bickering couple, are driving to California for vacation. As they drive through rural Nebraska, the couple accidentally run over a young boy who ran into the road. Upon examination of the body, Burt discovers the boy's throat had been slit and he was bleeding to death before he was hit. After opening the boy's suitcase, they find a strange-looking crucifix made of twisted corn husks. Knowing they will have to report this to the authorities, they place the body in their car's trunk. After arguing over where to take the body, Burt and Vicky decide to go to Gatlin, a small, isolated community which is right down the road.

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Eu gosto muito de Stephen King. Mas Children of the Corn... não me convenceu, de todo. A história gira em torno de um casal que, numa última tentativa para salvar o seu casamento, vai de férias. No entanto, no meio de um milheiral, atropelam uma criança, que mais tarde descobrem que já tinha sido vítima de tentativa de homicídio. Guiam até à cidade mais próxima, para pedir ajuda, e as coisas começam a complicar-se... e não entremos em mais spoilers. Mas pareceu-me faltar ali um qualquer factor que realmente me entusiasmasse. A história pareceu-me... estranha demais. Mesmo para Stephen King! Felizmente conheço e gosto de outros trabalhos do escritor!
Mas pelos vistos este é considerado um grande trabalho, tendo em conta todos os filmes que inspirou, juntamente com várias referências em várias séries, inspirações para algumas músicas... Eu apenas não gostei.


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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.