A Ler: Infinity Key, de Chrysoula Tzavelas - Sinopse [ARC]

novembro 02, 2013

Infinity Key
Título: Infinity Key
Autora: Chrysoula Tzavelas
Editora: Candlemark & Gleam
Ano de Publicação: 2013
Número de Páginas: 250

While her best friend is pulled into the supernatural underworld, Branwyn isn’t about to sit on the sidelines. Unfortunately, Branwyn is decidedly mortal, and in the supernatural underworld, humans are weak and helpless, no better than toys, tools and prey. But she isn’t having any of that. Branwyn wants to face the world on her own terms, mortal or not.

When she strikes a bargain with an imprisoned faerie, Branwyn thinks she’s found the solution. He’ll teach her magic and she’ll use that magic on his behalf. It’s a great deal, until she discovers what the faeries really want from her: there’s a door that only she can open…

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.