Chegou Novembro!

novembro 01, 2013


E o ano está a caminhar rapidamente para o fim... Já estamos em Novembro, falta tão pouco!
Este mês espero entrar na fase final do Desafio Literário #2, ando um pouco distraída com ele e o tempo passa e o desafio não avança... Faltam cinco livros para o terminar. E ainda tenho de escolher um autor para Novembro... ou um livro. Ainda vou pensar :)

Um bom Novembro a todos. Se forem como eu, amantes do frio, alegria =)

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2 comentários

  1. Olá,

    Embora prefira sem duvida o verão, não desgosto desta altura do ano, apenas estou ainda a adaptar-me à mudança da hora, em especial à noite que fico com sono muito cedo :D

    Bom novembro repleto de boas leituras ;)

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    1. Diz-me lá se hoje não é um bom dia para uma pessoa estar sentada a ler, a ouvir o som da chuva a cair? Mesmo que se fique com sono mais cedo? Hehehehe :)

      Eu tenho mesmo aversão ao calor, portanto... estou nas minhas sete quintas, hoje!

      Beijinhos e bom fim de semana!

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.