Jennie Bates Bozic, a autora de Damselfly

novembro 11, 2013


Muito provavelmente já viram trabalhos desta autora, não enquanto escritora, mas como artista de efeitos visuais, em séries como The Walking Dead, Clínica Privada, Touch, entre outras. Apesar de já ter tido diferentes trabalhos, é nos efeitos visuais e na escrita que se sente feliz e realizada. Vive actualmente em Los Angeles, com o marido e um gato, e os seus tempos livres são passados a ler, jogar, caminhar, limpar pêlo de gato e amaldiçoar o trânsito. Para além de Damselfly, também escreveu um conto passado no mesmo universo, e que pode ser lido de forma independente, chamado Sugar Plum.

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.