Li até à Pág.100 #32

novembro 12, 2013

- A Herança Bolena -

Primeira frase da página 100:
"[A minha criada disse-me, consigo ouvi-la agora a dizer-mo, que Lady Ana havia sido acusada de crimes terríveis, adultério com muitos homens, com o] irmão entre eles, bruxaria, traição, enfeitiçar o rei, uma torrente de horrores de entre os quais apenas um se destacava para mim, uma rapariguinha chocada: o facto de o acusador ser o tio dela, o meu tio Norfolk."

Do que se trata o livro?
Seguindo a Dinastia Tudor, A Herança Bolena conta a história da Rainha Ana de Clèves, quarta mulher de Henrique VIII.

O que está achando até agora?
Que posso eu dizer... É Philippa Gregory, a minha mais recente paixão! Estou a adorar completamente o livro. Está escrito de uma forma que ao início me confundiu um pouco, mas passadas umas páginas já se compreende e distingue muito bem.

O que está achando da protagonista?
Ana de Clèves é uma pobre mulher. Sei como a história aconteceu e quando leio as suas palavras não consigo evitar sentir uma compaixão e tristeza enorme pela personagem. É tão delicada e inocente, que é quase injusto.

Melhor quote até agora:
Nenhuma.

Vai continuar lendo?
Sim, estou ansiosa por chegar ao fim!

Última frase da página:
"Juro que me vai dar completamente a volta à cabeça."

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2 comentários

  1. Ois,

    Já tenho lido excelentes comentários sobre esta escritora em especial os seus livros sobre a Dinastia Tudor, espero que te continue a cativar :)

    PS: Já leste o Historiador ?

    Bjs e boas leituras :)

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    Respostas
    1. Olá Fiacha,

      Sem dúvida que é uma grande escritora. Os seus livros são tão viciantes!
      Ainda não consegui começar O Historiador, por causa de alguns prazos a cumprir com a NetGalley. Mas estou ansiosa por começar :)

      Obrigada pela visita ^^

      Beijinhos

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.