A Ler: O Último Dia de um Condenado, de Victor Hugo - Sinopse

dezembro 10, 2013

O Último Dia de um Condenado
Título: O Último Dia de um Condenado
Título Original: Le Dernier Jour d'un Condamné
Autor: Victor Hugo
Editora: Quidnovi
Ano de Publicação: 2010
Número de Páginas: 96

Este romance é uma espécie de monólogo interior de um condenado à morte. O autor, numa tentativa de apelar à abolição da pena de morte, narra o testemunho dos últimos dias de um indivíduo antes de ser executado: os pensamentos, estados de alma e sofrimentos físicos, bem como as condições de vida dos prisioneiros. A esperança e a memória do passado passam também pela cabeça do recluso.

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2 comentários

  1. Olá,

    Estás a gostar ? parece bem complexo :)

    As coisas que andas a ler na altura do natal ehehe

    Bjs

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    Respostas
    1. Olá Fiacha,

      Sim, estou a gostar! É a minha estreia com Victor Hugo... Hehehehe é verdade, mas também já li aquele livro de contos de Natal :P

      Beijinhos e obrigada pela visita!

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.