Um Conto, Um Ponto #8: O Suave Milagre, de Eça de Queiroz

dezembro 07, 2013

Desafio Literário #1
Título: O Suave Milagre
Autor: Eça de Queiroz
Editora: Rosto Editora
Ano de Publicação: 2011
Número de Páginas: 13

Nesses tempos ainda Jesus não tinha saído da Galileia, mas os seus milagres já chegavam a outras terras. Desde um rico senhor, Obed, a um centurião romano, Sétimo, todos procuram a ajuda de Jesus e dos seus milagres. Um menino pobre e doente também precisa urgentemente Dele.
(Sinopse adaptada)

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Sinceramente, estava à espera de algo muito diferente. Não tinha a mínima ideia do que seria o conto acerca, mas certamente não esperava nada deste género. Valeu a pena por estar bem escrito. A história, não gostei. Não gosto deste tipo de histórias, com Jesus para aqui e para ali, e milagres a acontecerem por onde Ele passa. Sem querer ofender ninguém, este tema desagrada-me fortemente.
Mas é sempre bom ler Eça de Queiroz. Ao menos, não foi um total desperdício de tempo.

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2 comentários

  1. Um conto praticamente obrigatório no meu tempo de escola.
    No ponto de vista cristão e de acordo com sua doutrina, um texto maravilhoso! :)

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    1. Olá Clarinda,

      Concordo com o que dizes, de acordo com a doutrina cristã é muito bom. Eu é que a nível literário não sou muito virada para essas coisas :)

      Beijinhos e obrigada pela visita =)

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.