A Ler: The Everything, de Richard C. Cox - Sinopse

janeiro 17, 2014

The Everything
Título: The Everything
Autor: Richard C. Cox
Editora: Troubador Publishing
Ano de Publicação: 2013
Número de Páginas: 297

The what? The Everything?

To journey out into space, turn around and then, from there, look back at the world you've left behind: the famous 'Earthrise' photograph, taken through the window of Apollo 8's command module skimming the surface of the Moon, is a classic image - the spirit of our age caught by the camera. But what if you could go further, much further: do an equivalent thing, glimpse whole and from a distance as if seeing it for the first time, reality itself?

That's what The Everything is - not what it's 'about', that's what it is: this book actually is such a glimpse. But be warned, you're in for the surprise of your life: the world, its true nature (and your own place in it) are not even remotely as you'd imagined.

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.