Booking Through Thursday #2

janeiro 17, 2014


O que preferes ler?

1. Algo escrito por um homem ou por uma mulher?
2. Algo com um protagonista masculino ou feminino?
3. Algo divertido ou algo trágico?
4. Algo curto ou algo longo com muitas partes?
5. Algo simples ou algo intrincado?

Neste Booking Through Thursday (atrasado), há decisões a serem tomadas... algumas nunca pensei propriamente nelas, mas vamos às respostas.

1. É-me indiferente. Do mundo de escritores que mais me marcaram, há homens e mulheres. Cada género, digamos assim, tem perspectivas diferentes, que depois variam de indivíduo; portanto, não posso escolher apenas um. Quando chega a hora de escolher, nem olho para o nome de quem escreveu, normalmente. E depois há autores que são mulheres e eu pensava que eram homens (ou vice-versa), como é o caso da Gillian Flyyn (que eu pensava que era o Gillian Flynn).
2. Feminino! Se bem que também me acaba por ser indiferente, gosto da ideia romântica de o herói que vai salvar a protagonista seja do que for é um homem.
3. Algo trágico. Digamos que gosto de coisas mais obscuras :)
4. Com muitas partes, normalmente. Por vezes mais vale curto e bom do que longo e mau, não é verdade? Mas perco-me mais facilmente com livros longos do que com curtos.
5. Intrincado. É um bocado a lógica do anterior, mas desde que seja uma história bem construída, prefiro sempre ler algo mais complexo.

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2 comentários

Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.