How to Say Goodbye, de Amber Lin - Divulgação

janeiro 31, 2014


Dane vive para a brisa salgada e para a doce onda, pois é tudo o que ele tem. Depois conhece Amy, uma rapariga sossegada que fala imenso. Ele precisa de a merecer, e isso significa voltar para o mundo que deixou para trás. À medida que o Verão está a chegar ao fim, Dane precisa de enfrentar o seu passado obscuro ou corre o risco de perder Amy de vez.

How to Say Goodbye vai ser lançado em Março, podem consultá-lo no Goodreads

Outra boa novidade para os seguidores de Amber Lin é que a autora assinou contrato para três livros com a Entangled Publishing, mais precisamente para três romances históricos. Estes serão a continuação do conto presente na antologia A Very Scandalous Holiday (Letters at Christmas), e que se desenvolveu na série Men of Fortune. O primeiro livro, cujo possível título é Rogue by Morning, deverá sair em Julho.

You Might Also Like

0 comentários

Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.