Li até à Pág.100 #39

janeiro 07, 2014

- BoneBreaker Parte II -

Primeira frase da página 100:
"Os seus dedos ficaram mais compridos, com umas enormes unhas que furaram de imediato o pescoço do homem."

Do que se trata o livro?
Esta é a continuação da primeira parte, que podem ver aqui. Aos poucos e poucos, neste segundo volume a autora vai revelando alguns segredos que ficaram por desvendar no outro livro.

O que está achando até agora?
Estou a gostar, mas acho que ainda falta algo.

O que está achando da protagonista?
Sara não evoluiu muito desde o outro livro, pelo menos a nível de personagem. Parece-me um pouco confusa e permissiva.

Melhor quote até agora:
Nenhuma.

Vai continuar lendo?
Vou, continuo curiosa com o rumo da história.

Última frase da página:
"Naomi sentou-se ao pé de Alex e participou na conversa [ignorando Hugo e Aron, ou talvez, sabendo que eles queriam privacidade.]"

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0 comentários

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.