Li até à Pág.100 #43

janeiro 23, 2014

- A Senhora da Magia -

Primeira frase da página 100:
"Morgause juntou as suas lindas coisas e foi a chorar para o quarto."

Do que se trata o livro?
A Senhora da Magia, primeiro volume da conhecida série As Brumas de Avalon, conta a história de como as vidas de Igraine e Uther andam de mãos dadas através dos tempos, e quando se reencontram, estão destinados a conceber Arthur, o rei que acabará com as guerras e trará a paz.

O que está achando até agora?
Já era uma grande fã de Marion Zimmer Bradley, mas este livro está a superar tudo o que eu esperava. Simplesmente perfeito.

O que está achando da protagonista?
Igraine é precisamente o tipo de personagem que eu gosto. Uma mulher forte, envolvida com a magia, a sua maneira de ser... é tudo o que eu procuro nas personagens.

Melhor quote até agora:
Nenhuma.

Vai continuar lendo?
Mal posso acabar de ler.

Última frase da página:
"Preferes perder-te para me provocares?"

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2 comentários

Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.