Top Ten Tuesday #3

janeiro 21, 2014

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10 coisas na minha reading wishlist (pode ser um determinado tipo de personagem, enredo, período temporal, etc)

Este TTT também não está fácil. Não é propriamente algo em que eu tenha pensado antes, portanto vou tentar adaptar um pouco para o tipo de coisas que me fazem querer ler um livro.

1. Irlanda Celta. É certo e sabido que me vai despertar a atenção.
2. Períodos históricos como os Bórgia ou os Tudor.
3. Livros que apresentem universos criados e bem desenvolvidos. Independentemente do número de raças na terra ou de quantos sóis brilham durante o dia, desde que me pareça bem desenvolvido, chama-me a atenção.
4. Vampiros do antigamente. Não a moda que se vê hoje em dia.
5. Livros sobre personagens históricas, como Shakespeare ou Oscar Wilde.
6. Amores proibidos é um fraquinho que eu tenho. Por exemplo, entre uma jovem rapariga e o seu tutor (nada de pedofilias à mistura).
7. Há também uma série de questões geográficas que me fazem querer ler um livro. Sinto-me mais atraída por livros que sejam passados na Europa: Portugal, Inglaterra, Finlândia, Rússia, Alemanha, Noruega, Roménia, Suécia, Hungria (e bla bla bla).
8. A época do Moulin Rouge (finais do século XIX). Uma Paris decadente e apaixonante.
9. A época do Renascentismo. Tanto que se pode criar a partir daí.
10. Mais personagens como Sorcha, Finbar, Daemon Sadi, Lestat, Dorian Gray. Personagens a sério, apaixonantes, intemporais.

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.