A Ler: Sempre, de J.M. Darhower - Sinopse [ARC]

fevereiro 06, 2014

Sempre (Forever, #1)
Título: Sempre
Autora: J.M. Darhower
Editora: CreateSpace
Ano de Publicação: 2014
Número de Páginas: 530

A sexy novel about two seventeen-year-olds—one a victim of human trafficking; the other the son of the man who enslaved her—who fall in love and question everything they ever believed…

Haven Antonelli and Carmine DeMarco grew up under vastly different circumstances. Haven, a second-generation slave, was isolated in the middle of the desert, her days full of hard work and terrifying abuse. Carmine, born into a wealthy Mafia family, lived a life of privilege and excess.

Now, a twist of fate causes their worlds to collide. Entangled in a web of secrets and lies, they learn that while different on the surface, they have more in common than anyone would think.

In a world full of chaos, where money and power rule, Haven and Carmine yearn to break free, but a string of events that began before either of them were born threatens to destroy them instead. Murder and betrayal are a way of life, and nothing comes without a price—especially not freedom. But how much will they have to sacrifice? Can they escape their pasts? And, most of all, what does it mean to be free?

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.