Book Blogger Hop #2

fevereiro 19, 2014


Fazes de blogger a tua profissão ou é apenas por diversão?

Bem, digamos que... são os dois. Mas é uma profissão não-remunerada :)

Quando comecei o Eu e o Bam, o blogue era puramente por diversão. Ainda nem tinha nada muito definido, sabia que queria escrever umas coisinhas sobre livros mas nem sabia muito bem como é que ia ser. E muito menos que seria como é hoje. Portanto...
Hoje o Eu e o Bam é, para mim, o meu trabalho. Apesar de não ganhar dinheiro nenhum com isto, faz-me feliz, mantém-me ocupada, penso constantemente no que escrever, no que tenho de mudar, no que posso fazer para melhorar.

Como falei no BBH anterior, tenho mais blogues. O de fotografia está a avançar lentamente: o design já está todo feito e as fotografias todas escolhidas, mas agora vem a pior parte, que é tratar as fotografias. E depois há o de música, que não é só meu mas do qual sou co-administradora, se quiserem visitar, é o Land of Serpents (que espero que sofra algumas mudanças em breve também). Assim sendo, como podem ver, não sou blogger de profissão mas isso é porque ainda não encontrei nenhum mecenas que me queira pagar para isso xD Sou blogger por diversão e, sobretudo, pelo gosto e prazer que me dá.

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2 comentários

  1. Olá,

    Isso é o mais importante que sejas feliz e origulho pelo teu blog, não recebes em dinheiro mas acabas por ser compensada de outras maneiras eheehe

    E faz com que estejas sempre com o pensamento em saber o que publicar a seguir :D

    Bjs e continua com o bom trabalho ;)

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    Respostas
    1. Sim, é verdade, apesar de não ser o mais importante, é muito bom :D

      Beijinhos e obrigada ;)

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.