Li até à Pág.100 #49

fevereiro 19, 2014

- A Rainha Suprema -

Primeira frase da página 100:
"Pouco depois começou a dar a volta à enorme mesa que fora o presente de casamento de Gwenhwyfar para Arthur."

Do que se trata o livro?
O segundo volume de As Brumas de Avalon conta o casamento do rei Arthur com Gwenhwyfar, e os seus conflitos religiosos, tendo Morgaine também um papel importante no desenvolvimento da história.

O que está achando até agora?
Ora... já nem me surpreendo! Estou a adorar cada página.

O que está achando da protagonista?
Morgaine e Gwenhwyfar têm ambas papéis importantes... Morgaine continuo a gostar, e muito, apesar de por vezes não concordar com a personagem. Quanto a Gwenhwyfar, ainda não sei bem o que pensar... parece-me muito mimada.

Melhor quote até agora:
Nenhuma.

Vai continuar lendo?
Claro que sim.

Última frase da página:
"Ou teria sido apenas a fantasia doentia de uma grávida?"

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.