Maratonas Literárias Viagens (In)Esperadas: Balanço Final

fevereiro 01, 2014

Para a primeira maratona do ano, não foi nada mau. Não li muitas páginas, mas consegui cumprir o objectivo a que me tinha proposto: acabar de ler o livro dos contos fantásticos e ler Os Anjos Morrem das nossas Feridas. Assim sendo, aqui fica o balanço final desta maratona!



Objectivo da maratona
Ler autores que nunca tenhamos lido.

Autores que conheci
William W. Jacobs, com o conto A Garra do Macaco,
Walter Scott, com o conto O Quarto das Tapeçarias,
Yasmina Khadra, com o livro Os Anjos Morrem das nossas Feridas.

Número de Páginas Lidas
376

Como podem ver, li poucas páginas, mas estou satisfeita com o que li. Apesar de não ter feito progressos com o livro de Richard C. Cox, espero conseguir acabá-lo durante este mês de Fevereiro.

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2 comentários

  1. Viva.

    Muito bem vejo que ficaste contente com a maratona.

    Walter Scott é excelente ;)

    Bjs

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    Respostas
    1. Sim! O meu objectivo ao participar em maratonas não é o ler milhares de páginas, como podes ver :)

      Acho o conceito engraçado. Um grupo de pessoas que se junta virtualmente para ler, sob um determinado tema, e que tem todos os dias desafios para cumprir.

      Esta maratona em específico teve um bom mote: conhecer autores novos. E consegui-o, e fiquei bem contente :)

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.