Maratonas Literárias Viagens (In)Esperadas #2

fevereiro 18, 2014


E estão de volta as Viagens (In)Esperadas! Perguntam vocês "o que é isso?" e respondo eu "maratonas literárias, promovidas pela Catarina e pela Silvana, dos blogues Por Detrás das Palavras e Sonhar de Olhos Abertos!". Portanto, é altura de... leeeeer!

"Hoje tem início a segunda maratona do ano e tem como tema "Um autor, um país". Esta maratona vai ter 8 desafios, um diário nos dias de semana e 2 por dia durante o fim de semana."

Esta maratona vai ser um pouco complicada para mim, pois os autores que estou a ler e que tenciono ler num futuro próximo são todos do mesmo país: ou Portugal, ou EUA! Portanto para já vou apenas comprometer-me com dois livros, e depois se conseguir acabar de ler adiciono o que for necessário.

A Rainha Suprema, de Marion Zimmer Bradley [EUA] (vou acabar de ler)
Duas Gotas de Sangue e um Corpo para a Eternidade, de Carina Portugal [Portugal] (que é leitura conjunta)

Sim, muito provavelmente vou ter de acrescentar mais livros, mais tarde!

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.