Maratonas Literárias Viagens (In)Esperadas: Desafio 6

fevereiro 23, 2014

"DESAFIO 6
De que país é o autor do livro que estás a ler? É a primeira vez que lês um livro de um autor com essa nacionalidade? Se não, deixa algumas recomendações de bons livros desse país ou os últimos livros que gostaste desse país?"

Pois é... continuo a ler os mesmos livros de ontem, e de anteontem!

Para The Black Death, o autor, Anthony Aidan, é inglês. Já li alguns autores ingleses, e apesar de não me recordar de todos, aconselho Oscar Wilde, Sir Arthur Conan Doyle e Agatha Christie.

Em relação ao livro A Dama do Cachorrinho e Outras Histórias, escrita pelo russo Anton Tchekov, também não é a primeira vez que leio um livro de um escritor russo. Aconselho A Morte de Ivan Ilitch, de Tolstoi, e Os Irmãos Karamazov, de Dostoievski, que apesar de não ter lido na totalidade, li algumas partes e gostei imenso (para além do facto de ter uma pequena obsessão pelo autor).

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.