Maratonas Literárias Viagens (In)Esperadas: Desafio 1

fevereiro 18, 2014

"DESAFIO 1
Publica uma imagem/foto dos livros que planeias ler para a maratona"

Bem, aqui está :)


A Rainha Suprema, de Marion Zimmer Bradley - EUA [162/285]
Duas Gotas de Sangue e um Corpo para a Eternidade, de Carina Portugal - Portugal [0/31]

[Umas horas depois da publicação deste post, já encontrei mais autores, fica aqui a correcção!]

The Black DeathThe Second Lives of Honest MenA NoivaO Rapaz do Pijama às Riscas Árvore e FolhaA Dama do Cachorrinho: e outras histórias (Portuguese Edition)

The Black Death, de Anthony Aindan - Inglaterra [0/676]
The Second Lives of Honest Men, de John R. Cameron - Canadá [0/340]
A Noiva, de Vitor Emmanuell - Brasil [0/11]
O Rapaz do Pijama às Riscas, de John Boyne - Irlanda [0/102]
Árvore e Folha, de J.R.R. Tolkien - África do Sul [10/88]
A Dama do Cachorrinho e Outras Histórias, de Anton Tchekhov - Rússia [0/88]

Se conseguisse ler tudo, era óptimo, mas vamos ver no que vai dar!

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4 comentários

Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.