Top Ten Tuesday #8

fevereiro 25, 2014

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10 livros que nem acredito que nunca li

Hoje é dia de rewind, ou seja, escolher um Top Ten Tuesday antigo. Das dezenas que existem, escolhi este, e aqui ficam as minhas respostas.

1. Sensibilidade e Bom Senso, Emma, etc. etc. etc., da Jane Austen. É verdade, desta autora só li Orgulho e Preconceito, e apesar de querer muito ler os outros, nunca o fiz. Não sei porquê.

2. O Monte dos Vendavais, de Emily Brontë. Outro clássico que já tem pó na prateleira, mas que ainda não li.

3. Frankenstein, de Mary Shelley. Exactamente o mesmo do ponto dois... penso que o meu maior medo com este livro é o não gostar da história "real", caso seja diferente do Frankenstein que foi comercializado.

4. A série A Torre Negra, de Stephen King. Um dos autores que mais gosto e nunca me aventurei por este universo.

5. Wildwood Dancing, de Juliet Marillier. Comecei, mas por algum motivo nunca cheguei a acabar, e nunca mais lhe peguei. Acho que me esqueci mesmo, pois não tenho nenhuma desculpa. O mesmo acontece com...

6. Cybele's Secret, também da Juliet. Acho que foi a mesma coisa que o Wildwood Dancing. Comecei e nunca mais. Foi um Verão estranho, esse, com leituras a meio.

7. A Rapariga que Roubava Livros, de Markus Zusak. É verdade que todo o burburinho à volta desta obra me intriga um pouco, e quero muito ler, mas pronto...

8. O Lar da Senhora Peregrine para Crianças Peculiares, de Ransom Riggs. Desde o ano passado que ando para ler este livro, e simplesmente esqueço-me...

9. Tigana, de Guy Gavriel Kay. Ou qualquer um deste autor. Já li tanto e tão bem dele, e ainda não peguei em nada.

10. O Punhal do Soberano, de Robin Hobb. Li o primeiro volume da saga e fiquei aí, ad aeternum. Nunca mais li a continuação.

E vocês, que livros é que nem acreditam que ainda não leram?

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4 comentários

  1. Viva,

    Bem grande pedalada por estes lados, não estou a conseguir acompanhar as tuas publicações tanto como desejava o que é pena sem duvida, mais a mais vem agora ai a leitura conjunta do livro do Manuel Alves (nem sei se vais participar, mas assim espero).

    Um top interessante e que até nos faz relembrar algo que devemos tentar ler, aposta no Tigana sim que é bom livro, embora para já prefira Os Leões de Al Rassan do escritor

    Eu da Juliet não li foi a nova saga e que segundo dizem está muito boa :D

    Bjs e boas leituras

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    1. Pois, mas elas agora vão ser um bocadinho menos, tal como te disse :)

      Sim, provavelmente irei começar por esse do Guy Gavriel Kay, eu quero é conhecê-lo :D

      Beijinhos

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  2. Da tua lista, já li:
    "O Monte dos Vendavais" e "A Rapariga que roubava livros".
    Gostei de ambos mas tenho um carinho especial pelo segundo. Espero que gostes.

    Nunca li nada da Jane Austen, mas quero mudar isso ainda este ano.
    Beijinhos

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    1. Tenho a impressão que irei gostar, da última vez que me deixei levar por tal onda de admiração dei-me muito bem, portanto tenho altas expectativas ^^

      Eu gostei do que li da Jane Austen, mas queria ler mais :)

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.